
fonte: UOl
Essa célebre frase, que é o título do post, foi proferida por um vendedor de doces e salgados dentro de um estádio de futebol. Achei justo começar o post com essa frase, afinal era um senhor que trabalhava na Arena Barueri e ia ver o time ser campeão, tudo bem que campeão do interior, mas ia. Isso mesmo eu estava lá na final do interior, fazia tempo que queria ver um jogo fora da capital paulista e surgiu uma oportunidade.
Dei risada, lamentei por estar lá, me surpreendi, gritei gol, gritei é campeão e gritei “é! Amaral!”. Foi uma experiência de vida.
Sobre o jogo não tenho muito a falar, foi um quatro a zero tranqüilo para os donos da casa, com belos gols, principalmente o primeiro e o segundo. Eles gastaram a bola que tinham nesses dois primeiros. Individualmente os times eram bem fracos, só chegaram aonde chegaram pelo fator time, afinal é o que importa. Acho que é o que tenho para falar sobre a partida.
Chegando ao estádio me surpreendi com o estacionamento. Estacionamento embaixo do estádio. Você sabe algum estádio da capital que tem essa estrutura? A estrutura do estádio é muito bem feita, os bancos estavam novos, os banheiros estavam bem cuidados (mas quanto a esse, confesso que fui antes do jogo) e arquitetura era boa. O estádio ainda está em reforma, falta subir duas arquibancadas, o que dará ao estádio uma capacidade de quase 35 mil pessoas. E está faltando algumas reformas externas.
Confesso que cheguei ao jogo sem saber quanto foi a primeira partida da final e sem saber quase nada sobre os times, mas logo descobri que o Barueri havia ganhado a primeira partida e o que me fez dar risada foi que Amaral estava jogando no Barueri. Eu iria ver um ícone do futebol brasileiro jogar.
No segundo tempo, a torcida começou a pedir pela entrada do jogador e foi atendida. Amaral entrou e fez sua parte, umas seis faltas e um cartão amarelo. Ele entrou em campo para ser campeão.
Na hora da volta olímpica, os jogadores carregavam, além do troféu, faixas de agradecimento e olha isso: Uma faixa dividida entre os cinco patrocinadores do time e uma só para o prefeito. Pensem o que quiserem.
Saindo do estádio, encontramos os jogadores saindo para uma volta na cidade. Lógico que eu e meu amigo pensamos, ‘Vamos tirar uma foto com o Amaral’. Passaram-se uns dez minutos e nada do Amaral. ‘Será que ele passou e nós não vimos. Não, nós veríamos. ’ Eis que ele aparece, o último jogador, talvez para evitar o assédio das 40 pessoas que estavam no local. Chamamos ‘Amaral, Amaral’ e ele entrou no trio elétrico.